DA FRAGRÂNCIA AOS QUADRINHOS

Postado por lukso | Em Campanhas, Redes Sociais, Storytelling | No dia11-01-2012

Por Vinicius Pineschi

A Axe está lançando sua nova linha de desodorante, a Anarchy. A diferença da linha é que a fragrância do desodorante terá duas versões, uma para homens e outra para mulheres… Isso mesmo, para mulheres, e tinham pessoas que apostariam tudo dizendo que a Axe jamais faria uma linha para mulheres, depois de todo seu posicionamento.

Mas enfim, não é esse o  motivo desde post e sim a campanha de divulgação da Anarchy. A marca com as parcerias da agência digital Razorfish, Aspen Comics e do roteirista Scott Lobdell, famoso pelos seu trabalho nos quadrinhos do X-men na década de 90, desenvolveram a primeira história em quadrinhos interativa nas redes sociais.

A brincadeira é dar palpites sobre a continuação da história, através do twitter ou da página no Facebook, se a equipe achar interessante sua versão para o roteiro você é transportado pra história na hora… isso mesmo na hora, a equipe de desenhistas e produtores gráficos fazem seu personagem e postam o resultado final no canal do Youtube.

Uma estratégia baseada nas ferramentas do storytelling que ficou animal, vale a pena conferir e tentar entrar nessa história, que acabou de sair do forno.

MAIS UMA CENA COMUM NOS ESTACIONAMENTOS DE SHOPPING

Postado por lukso | Em Campanhas, Redes Sociais, Storytelling | No dia09-12-2011

Por Vinicius Pineschi

Mobilia, um dos maiores shoppings centers da Suécia, construiu um novo estacionamento com 400 vagas disponíveis e precisava divulgar para seus shoppers esse novo benefício.

Esse problema poderia ser resolvido com um simples outdoor na porta do Shopping, mas o pessoal da agência Halva Kungariket resolveu pontecializar a ação usando a criatividade das pessoas de imaginar histórias.

Em uma bela manhã, eles colocaram um carro em cima do outro no estacionamento do Shopping Mobilia, sem nenhum tipo de publicidade ou informativo.
Resultado: as pessoas começaram a comentar sobre o assunto e a imaginar a história por trás do estacionamento dos dois carros. Até jornalista publicaram matérias do mistério dos carros no estacionamento do Mobilia. Após a alta repercursão, o shopping lançou um anúncio com a foto dos carros e com a seguinte mensagem “ It’s easier to park in our new parking house”.

Uma campanha diferente, que na estrutura de narrativa alinear, explorou a imaginação e criatividade das pessoas ao imaginar como foi o começo história por trás dessa “cena” final. Consequentemente, gerando muita mídia espontânea e buzz nas redes sociais.

Confira o resto da história no videocase.

SMARTWATER KNOWS HOW TO GOES VIRAL.

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia05-10-2011

Por Vinicius Pineschi

 

Ultimamente, as marcas querem desesperadamente  entrar na categoria de “vídeo viral ”, para poder divulgar sua marca e seus conteúdos  de forma massante no Youtube e nas redes sociais.
Mas para criar um vídeo com potencial de viralização é preciso uma boa história que engage as pessoas, porém criá-las não é fácil. Então qual seria a forma a fácil? A forma clássica e fácil, que vemos crescendo hoje em dia,  é o famoso product placement em vídeos que já são virais e que já são possuem milhões de views.
Não diferente disto, a Glacéau para divulgar sua linha Smartwater decidiu fazer um vídeo com a bela Jennifer Aniston  apresentando o produto, e interagindo com as personagens/situações de sucesso instântaneo nas telas do youtube, que vão desde as dublagens de Keena Cahill até Mishka o cachorro que diz  “I love you”.
Vale a pena conferir essa divertida mistura de referências  no vídeo “Jennifer Aniston goes viral”.

 


E a pergunta que fica é: Qual será a marca brasileira que vai usar os  Avassaladores em sua próxima campanha?

WHO INSPIRES YOU?

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Comunidades, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia28-07-2011

Inspirar pessoas a partir de pessoas inspiradas, essa é a campanha “Who Inspires you?” que a Levi’s criou e divulgou no Facebook.
A idéia da campanha é compartilhar inspiração para qualquer tipo de ação, seja ela pessoal, como as promessas de fim de ano, ou ainda social, como ajudar entidades carentes.
Para isso, é só contar a sua história, deixando um depoimento em vídeo sobre quem ou o que te inspirou e qual seu objetivo, e o vídeo estará disponível na página para qualquer um que buscar algum tipo de inspiração para si próprio.
A página no facebook também proporciona que você publique para seus amigos ou pessoas que participam da campanha o que você conquistou após se inspirar.
A Levi’s consegue assim, criar uma grande base de histórias muito interessantes sobre seus clientes e que associadas a sua marca podem constituir grandes cases de comunicação.

TOYOTA AUTO BIOGRAPHY

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Colaborações, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Matérias, Redes Sociais, Storytelling, Transmedia | No dia26-07-2011

Toyota está incentivando os proprietários de seus carros a compartilhar histórias sobre seus veículos.

De acordo com Bob Zeinstra da Saatchi & Saatchi agencia que criou da campanha “Auto Biography”, a idéia principal é dar uma resposta à “onda de apoio demonstrado pelos nossos clientes”, após os problemas de recall  de veículo que tiveram em 2010.

Com mais de 470 mil “likes”, 11.500 histórias e oito vídeos de animação baseados nas próprias histórias, a Toyota além de aproximar seus clientes mais fiéis à marca, adquire uma grande fonte de informação e idéias: as histórias enviadas.

Em um esforço para conectar os proprietários de Toyota, a ação online também permite fazer upload de vídeos e fotografias com experiências associadas ao seu veículo. Usando proprietários de Toyota reais como inspiração, a campanha tem acumulado uma série de contos intrigantes, que vai do cotidiano ao fantástico

Clique aqui e confira a Fan Page no Facebook.

ENTREVISTA:HISTÓRIAS NA COMUNICAÇÃO & STORYTELLING

Postado por lukso | Em Entrevistas, Redes Sociais, Storytelling | No dia01-07-2011

Segue a entrevista publicada no Conversa Corporativa, por Lydia Cintra:

Construir a marca e a comunicação por meio de boas histórias é a proposta da Lukso Story and Strategy, que dá “vida” à comunicação em diversas companhias com técnicas de cinema e equipes multidisciplinares. Nesta entrevista, Marcelo Douek, que comanda a empresa, fala sobre inovação, redes sociais, motivação, cases, comunicação e, claro, histórias.

Marcelo, você trabalha com storytelling, uma forma de se fazer branding com técnicas do cinema. Como funciona esse trabalho?
Esse trabalho é fruto de uma metodologia que desenvolvemos na LUKSO para trabalhar princípios narrativos aplicados à construção de marca. Foi um estudo de aproximadamente seis meses que resultou em uma série de atividades, dinâmicas e ferramentas que ajudam nossos clientes a tirar o máximo proveito das histórias que suas marcas tem para contar, que podem ser desde as histórias reais das marcas (seu nascimento ou fundação), histórias criadas a partir de valores / premissas da marca ou até gestão de depoimentos de colaboradores e consumidores.

Vocês trabalham com profissionais de carreiras bastante variadas, como cineastas e antropólogos. Qual a importância de visões interdisciplinares nesse processo?
A presença das equipes de cineastas e antropólogos é fundamental para a entrega do trabalho. Desde o início, sempre acreditamos que se não tivéssemos profissionais dessas áreas não conseguiríamos atingir a profundidade que buscamos para contar boas histórias. Uma pessoa que vive de contar e escrever histórias tem um repertório e uma forma de pensar totalmente diferente da nossa (executivos de comunicação) e isso provoca alguns insights poderosos durante o processo, que fazem toda a diferença no output de cada projeto.

Comunicar é contar histórias. O grande diferencial é a forma como isso é feito. O que você acha que falta em algumas empresas em relação a uma comunicação mais efetiva, tanto com o público interno quando com o externo? Falta “humanizar” as relações dentro (e fora) das corporações?
Acho que humanizar é parte da resposta. Uma história bem escrita vai muito além de humanizar certos valores corporativos (transportando-os em determinados personagens). As histórias tem um poder de conectar pessoas em um nível emocional, porque elas colocam o ouvinte (consumidor ou colaborador, não importa) em um universo próprio, em que a pessoa acaba fazendo parte da história. A maneira como a trama é construída, os pontos de virada e as oscilações de uma boa história são fundamentais para essa conexão. As pessoas tendem a acreditar que contar histórias é uma coisa simples do cotidiano. Na  verdade, as melhores histórias são aquelas que nos parecem simples, mas, ao serem analisadas tecnicamente, são bastante complexas.

Um dos exemplos mais recentes de comunicar contando uma história é o vídeo que a Vivo fez, da história de Eduardo e Mônica, a música do Legião Urbana. No caso de empresas, contar boas histórias é gerar identificação no público? Você pode comentar com base neste exemplo?
Acho que esse case da Vivo provou como o poder de uma boa história pode emocionar e engajar pessoas. Temos muito claro na LUKSO que quando as marcas passam a contar histórias, as pessoas embarcam junto na aventura. O maior desafio é entender quais histórias as marcas podem ou não contar. Acho que Eduardo e Monica é extremamente rico como estudo de caso pelo lado positivo (uma baita produção com uma carga de product placement na medida certa) e pelo lado negativo (até que ponto aquela história é da Vivo, da ATL ou de qualquer outra operadora…). Como vimos, a discussão deu pano pra manga e argumentos dos dois lados não faltam. Esse é o poder da história.

Existe uma resistência por parte das empresas brasileiras a adotar uma nova “postura” na forma de estabelecer diálogos e criar formas de comunicar?
Não sei se a palavra certa é resistência. Eu iria mais para o lado da falta de cultura. A comunicação no Brasil ainda tem muito do mindset da mídia tradicional (apesar de isso estar mudando cada vez mais rápido). Por conta das dimensões do país e das características do nosso mercado, os grandes problemas de comunicação ainda são resolvidos com os canhões de mídia. Entendo que isso tende a mudar, mas sinceramente, não sei quanto tempo vai levar. De qualquer forma, quando pensamos em estabelecer diálogos com o consumidor, não há dúvidas que os movimentos mais interessantes estão nascendo dentro das agências digitais. Acho que ainda veremos essa nova cultura do diálogo tomar conta da comunicação no Brasil e não vamos mais precisar falar em “resistência”.

Hoje em dia falamos muito em redes sociais, em comunicação na internet. O ambiente virtual é um espaço riquíssimo em histórias, já que todos estão gerando conteúdo e contando histórias o tempo todo. Como as empresas podem aproveitar essa “onda” de forma positiva? Existe uma fórmula para isso?
Certamente não existe uma fórmula. Entendo que esse ambiente é muito novo para ditar o que dá certo e o que dá errado em termos de histórias. No entanto, está claro que as histórias tem que ser tratadas de forma diferente no ambiente digital. Elas não podem ser “fechadas” como são as histórias do cinema. A lógica tem mais a ver com as história de videogame, em que você constrói um universo e deixa os jogadores (ou no caso os consumidores) serem os protagonistas daquelas histórias. Essa lógica mexe totalmente com as estruturas convencionais do storytelling, no entanto, se você não entender as bases de uma boa história, não tem como trabalhar as ferramentas e brincar com as dinâmicas que o mundo digital oferece.

No blog da Lukso vocês comentaram uma ação da Renner, que publicou um livro com histórias de funcionários e clientes. Transformar o colaborador em personagem é uma forma de comunicar de forma mais próxima, sem “formalidades”? Qual a importância de ações que aproximam à marca quem trabalha por ela?
Os colaboradores são o primeiro ponto de contato de qualquer marca. Se os seus colaboradores não estiverem engajados com o propósito da sua empresa (marca), quem estará? Portanto, acredito que incentivar os colaboradores a dividirem suas histórias (como no caso da Renner) e transformar essas histórias em asset para a marca (dando vida aos valores corporativos e aproximando a teoria à prática) é uma excelente ferramenta de comunicação e engajamento (tanto interno quanto externo). Histórias de pessoas que se relacionam com marcas acontecem todos os dias com a maioria dos produtos. Porém cabe à liderança da empresa saber o que fazer com elas. A Renner é um belo exemplo de uma empresa que soube transformar histórias em uma plataforma de engajamento. Muitas marcas não prestam atenção nisso e estão deixando de contar ótimas histórias.

É possível contar uma boa história de forma rápida, como no caso de canais de TV (mesmo dentro de empresas)? Uma boa história independe do tempo (considerando o mundo com o “ritmo” cada vez mais rápido, como conhecemos)?
Acho que é possível contar boas histórias de forma rápida. Existem vários exemplos de comerciais que são excelentes e contam histórias belíssimas. A questão é que essas histórias precisam de alguma forma estarem conectadas às outras histórias vivas na companhia. De que adianta você ir à sua agencia e pedir uma história para sua marca que não é condizente com quem sua empresa é de fato? A peça vai soar falsa, fazer pouco sentido e, provavelmente, não vai atingir seus objetivos. Acho que independente do tamanho, as histórias precisam ser coerentes e consistentes com uma crença, uma mensagem central que a marca quer passar, e aí as variações e tipos de execuções são infinitos.

 

FBOOKS, A NOVA FORMA DE LER, PELA EDITORA LEYA

Postado por lukso | Em Branding, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia17-06-2011

O recente projeto Fbooks, realizado pela editora portuguesa Leya, trouxe uma idéia inédita que abalou o nosso conceito de leitura: O livro O Bom Inverno de João Tordo – escritor português, vencedor do Prêmio José Saramago 2009 – saiu da sua versão física e foi contado no Facebook.

Para isso, o Narrador da História e os 17 personagens envolvidos na narrativa ganharam vida na rede social com a criação de uma página para cada um deles, onde dialogavam entre si nos murais. Para tornar a história mais envolvente e enriquecer a imaginação do leitor, alguns posts do diálogo traziam fotos, vídeos e links, permitindo o leitor a visualizar lugares, escutar músicas e observar as paisagens citados no contexto e vividas pelos personagens.

A narrativa se desenvolve a partir de um assassinato ocorrido na casa de um cineasta, Don Metzger, na Itália. Para seguir a história completa, foi necessário “curtir” a página de todos os personagens, e então acompanhar a história e os diálogos no seu mural.

A iniciativa da editora teve como objetivo promover as obras e mostrar ao público o prazer da leitura – principalmente o público jovem, que domina esse meio social. O Bom Inverno é o primeiro livro que estreou nesse formato e foi contado de 27 de abril a 03 de junho. Apesar de já ter encerrado, vale a pena conferir o projeto, que poderá trazer outras obras a seguir. Conheça aqui a história e seus personagens.

Fbooks

Postado por lukso | Em Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia14-06-2011

Se pararmos para pensar, cada um de nós temos necessidades semelhantes às de uma marca para ter um bom desempenho no âmbito de relacionamentos pessoais e profissionais. E quando se trata de primeiro contato, a história que se conta é muito mais decisiva. Seja no seu perfil LinkedIn, nas abas “About Me”, ou mesmo em seus currículos.

É o que o fundador do GetStoried, Michael Margolis diz, comparando o storytelling pessoal ao primeiro encontro, momento em que você deve concentrar os esforços para flertar e seduzir: ”Quando você está num encontro, você se apresenta e revela mais sobre o sua personalidade. É aí que as pessoas se conectam.  E se não se identificar com a pessoa, você não iria ao segundo encontro, iria?”

Veja alguns princípios do Storytelling que pode reinventar a sua apresentação pessoal em uma história sedutora e marcante, segundo Margolis:

- Apresente o seu universo e a sua perspectiva do mundo, e experiências que te tornaram um personagem único.

- Conte a origem e o desenvolvimento de suas características. Pense nos seus “superpoderes”: Como você conseguiu obtê-las? O que te envolveu nessa jornada? Quais são os mistérios e desafios que você está tentando superar?

- Procure criar uma conexão das suas idéias ao que é familiar e significativo ao seu público. Isso pode ajudar as pessoas a identificarem o valor comum e acreditarem que há algo a ser compartilhar, estabelecendo um relacionamento.

Esses são alguns exemplos de como o Storytelling pode ser um grande aliado para tornar a sua história de vida mais atraente, curiosa e engajadora. Quer saber mais?

Leia a matéria completa aqui

HEINEKEN CRIA BEERGLOSS PARA DIA DOS NAMORADOS

Postado por lukso | Em Branding, Campanhas, Redes Sociais, Storytelling | No dia08-06-2011

Para a temporada do Dia dos namorados, a Heineken criou uma novidade que promete animar muitos casais: Beergloss, um gloss com sabor de cerveja que deixará os beijos irresistíveis. A idéia é uma desculpa para dar muitos beijos e um começo para uma grande jornada, já que os interessados deverão adquirir o gloss e convidar, através do aplicativo no Facebook, aquela pessoa está de olho para testar o gloss junto.

E para não esquecer os momentos emocionantes, o participante deve tirar uma foto que mostre como o dia dos namorados foi aproveitado e enviá-lo para concorrer a três Beertenders da Heineken. Proposta bem tentadora, não acha?

Não há dúvida que essa campanha vai render muitas histórias divertidas de pessoas que se envolveram com a marca para agitar a rotina. Por aqui,  vamos acompanhar os próximos passos da ação e ver como essas histórias serão aproveitadas pela marca.

 

 

VIVO CONVIDA CLAY SHIRKY

Postado por lukso | Em Apresentações, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia02-06-2011


O seminário “A sociedade em rede e a economia criativa” que aconteceu ontem, 2 de junho no Teatro da Vivo, teve como um dos convidados o Clay Shirky, professor e autor americano do livro Cognitive Surplus: Creativity and Generosity in a Connected Age. Ele é considerado um grande estudioso dos efeitos sociais e econômicos da Internet e mostrou como a criatividade e a colaboração dos internautas estão mudando e melhorando o mundo. Sabe como?

Shirky defende que o internauta está exercendo uma função em que, mais que criar e compartilhar conteúdo, está dedicando o tempo para atividades colaborativas, que geram valores comuns, públicos e cívicos.

No nível da comunidade, internautas dedicam o seu tempo para produzir a série de fotos LOLcats, por exemplo, gerando entretenimento para os outros, adicionando um valor comum, por mais que seja um conteúdo simples e pontual.

Um passo a frente, esse valor pode atingir um âmbito público: a maior enciclopédia online do mundo é um belo exemplo de valor público gerado que beneficia a sociedade online, formado pela generosidade das pessoas. Você sabia que para o Wikipedia ter toda aquela informação que ele tem hoje, foram necessárias mais de 100 milhões de horas dedicadas pelos internautas?

E evoluindo um pouco mais, temos as plataformas alimentadas e financiadas pelo público, como a Ushahidi, projeto cuja fonte de informação são os internautas de todo o mundo, que podem enviar dados sobre situações de crise e desastrosas trazendo-os ao conhecimento público, gerando um valor cívico.

Nós acreditamos que, numa sociedade em rede, a chave para geração de valor – assim como num ambiente corporativo – é o envolvimento das pessoas. Pessoas que acreditam e tomam iniciativas inovadoras e que constantemente geram novas histórias valiosas.

Qual será o próximo passo da colaboração?

Assista um dos seminários de Clay Shirky, em TEDTalks.