IKEA EM – “UM APARTAMENTO NO METRÔ”

Postado por lukso | Em Branded Content, Campanhas, Transmedia | No dia18-01-2012

Por Vinicius Pineschi

Muitas pessoas disseram que o Big Brother era inútil, que “nada se aprendia lá” e que “nada prestava de lá”, mas parece que os criativos da agência francesa Ubi Bene fizeram uma bela limonada com esse limão.

Para divulgar os móveis da IKEA e o conceito “O quê dá para fazer em um espaço pequeno”, a agência criou a ação IKEA L’APPART, um mini apartamento no metrô de Paris com cinco moradores, na qual as pessoas podem observar pela janela o dia a dia deles ao vivo e a cores, em um apartamento pequeno e decorado com móveis da marca.

Essa a brincadeira vai um pouco além de uma versão do Big Brother no metrô, pois pela página da ação no facebook, as pessoas podem se candidatar para passar um dia na casa e viver na pele a experiência dos moradores.
Vale a pena conferir essa “la folie” como diriam os franceses.

DA FRAGRÂNCIA AOS QUADRINHOS

Postado por lukso | Em Campanhas, Redes Sociais, Storytelling | No dia11-01-2012

Por Vinicius Pineschi

A Axe está lançando sua nova linha de desodorante, a Anarchy. A diferença da linha é que a fragrância do desodorante terá duas versões, uma para homens e outra para mulheres… Isso mesmo, para mulheres, e tinham pessoas que apostariam tudo dizendo que a Axe jamais faria uma linha para mulheres, depois de todo seu posicionamento.

Mas enfim, não é esse o  motivo desde post e sim a campanha de divulgação da Anarchy. A marca com as parcerias da agência digital Razorfish, Aspen Comics e do roteirista Scott Lobdell, famoso pelos seu trabalho nos quadrinhos do X-men na década de 90, desenvolveram a primeira história em quadrinhos interativa nas redes sociais.

A brincadeira é dar palpites sobre a continuação da história, através do twitter ou da página no Facebook, se a equipe achar interessante sua versão para o roteiro você é transportado pra história na hora… isso mesmo na hora, a equipe de desenhistas e produtores gráficos fazem seu personagem e postam o resultado final no canal do Youtube.

Uma estratégia baseada nas ferramentas do storytelling que ficou animal, vale a pena conferir e tentar entrar nessa história, que acabou de sair do forno.

NIKE 6.0 – ALEJO MUNIZ T-SERIES

Postado por lukso | Em Campanhas, Storytelling | No dia21-12-2011

nike 6.0

Por Paulo Yanaguizawa

Já se perguntou como nascem os grandes ídolos? De certo não é do dia pra noite. Ou melhor, até acontece as vezes, mas a maioria destes cai no esquecimento em pouco tempo. Numa camada um pouco mais profunda, podemos dizer que nossos ídolos são aqueles que tem uma história de vida ou profissional que de alguma maneira nos influenciam.

Bom mais essa pequena introdução foi pra falar de uma iniciativa bem interessante da Nike com o atleta brasileiro Alejo Muniz. Alejo tem 21 anos e já faz parte da elite do surfe mundial. Uma trajetória profissional interessante num país que tem um litoral gigantesco mas poucos surfistas profissionais.

A Nike 6.0 lançou uma linha de roupas que contam um pouco da história do Alejo, desde a sua primeira prancha até as suas primeiras conquistas. Vocês podem ver melhor no vídeo então não vou ser chato de tentar explicar por aqui.

O importante dessa reflexão é como o storytelling pode ajudar a construir uma imagem de ídolo. É vendo a história dele como pessoa e profissional, que muitos jovens vão trazer um monte de associações que possivelmente farão com que eles acreditem mais ainda que podem ser profissionais no esporte que curtem.

Quando iniciei esse post com aquela reflexão, eu queria chegar num ponto que é o esporte. Muitos esportes se popularizam pela existência de grandes ídolos. O trabalho da Nike 6.0 é interessante no sentido de trazer a popularização do surfe como um esporte sério e organizado. E nada como uma boa história para estimular essa mudança e despertar interesse nos jovens que curtem surfar e fazem isso como hobby.

Talvez um pouco mais de história? Talvez uma profundidade maior nos momentos difíceis dando destaque para a superação? Poder ser que sim. Fica a sensação de que tinha muito mais pra ser explorado ali. Mesmo assim, continua sendo uma bela iniciativa.

NATAL EM FAMÍLIA ZAFFARI

Postado por lukso | Em Campanhas, Storytelling | No dia14-12-2011

Por Paulo Yanaguizawa

Em poucos momentos de um ano as pessoas ficam tão sensibilizadas quanto no Natal. É perceptível a diferença na maneira como as pessoas agem e se relacionam com as outras durante esse “período”.

Diante desse cenário um pouco mais emocional que o normal, as marcas também entram no clima e exploram diferentes emoções e sentimentos em suas campanhas.

Entre as campanhas que vi neste final de ano, a da rede de supermercados Zaffari me chamou atenção. É um bom exemplo de como uma história – Storytelling – tem muito mais poder em criar associações com as mensagens que se deseja trabalhar.

São muitas as mensagens de diferentes meios que recebemos diariamente. No entanto poucas conseguem relevância dentro de um “filtro” que nós fazemos involuntariamente. Vejam o comercial e sintam como uma história consegue transmitir uma mesma mensagem de uma maneira muito mais marcante.

Zaffari – Natal em Família. O melhor Natal do mundo. from Agência Matriz on Vimeo.

MAIS UMA CENA COMUM NOS ESTACIONAMENTOS DE SHOPPING

Postado por lukso | Em Campanhas, Redes Sociais, Storytelling | No dia09-12-2011

Por Vinicius Pineschi

Mobilia, um dos maiores shoppings centers da Suécia, construiu um novo estacionamento com 400 vagas disponíveis e precisava divulgar para seus shoppers esse novo benefício.

Esse problema poderia ser resolvido com um simples outdoor na porta do Shopping, mas o pessoal da agência Halva Kungariket resolveu pontecializar a ação usando a criatividade das pessoas de imaginar histórias.

Em uma bela manhã, eles colocaram um carro em cima do outro no estacionamento do Shopping Mobilia, sem nenhum tipo de publicidade ou informativo.
Resultado: as pessoas começaram a comentar sobre o assunto e a imaginar a história por trás do estacionamento dos dois carros. Até jornalista publicaram matérias do mistério dos carros no estacionamento do Mobilia. Após a alta repercursão, o shopping lançou um anúncio com a foto dos carros e com a seguinte mensagem “ It’s easier to park in our new parking house”.

Uma campanha diferente, que na estrutura de narrativa alinear, explorou a imaginação e criatividade das pessoas ao imaginar como foi o começo história por trás dessa “cena” final. Consequentemente, gerando muita mídia espontânea e buzz nas redes sociais.

Confira o resto da história no videocase.

QUEM VAI FICAR COM LUCY?

Postado por lukso | Em Branding, Campanhas, Storytelling, Transmedia | No dia17-11-2011

Por Vinicius Pineschi

A agência argentina, Ponce Buenos Aires, resolveu utilizar o storytelling como ferramenta para divulgar a nova linha de desodorantes da Unilever, o Rexona Teens Love. Com o objetivo de atingir o público feminino adolescente, a agência criou a campanha em cima da narrativa da protagonista Lucy, que vive um momento de escolha de qual menino ela vai ficar.

A campanha consiste em uma série de comerciais produzidos pela LOBO I VETORZERO, que mostra um pouco do estilo dos dois pretendentes da Lucy, o Tommy e o Billy. No final de cada comercial, o público era convidado a decidir e votar com quem ela deveria ficar. Consequentemente, o namorado escolhido pelo público irá para a embalagem do desodorante junto com a Lucy.

A  direção de arte e a trilha dos filmes são muito coerente para o público e a história aborda um tema muito comum na adolescência, as “dúvidas amorosas”. E aí com quem você acha que a Lucy vai ficar?

REXONA “Tommy” from Lobo on Vimeo.

REXONA “Teens Love: Billy” from Lobo on Vimeo.

RUN ALICE RUN – NIKE RUNNING

Postado por lukso | Em Campanhas, Sem categoria, Storytelling | No dia25-10-2011

Por Paulo Yanaguizawa

Se chegasse um briefing na sua mão pedindo para criar uma campanha sobre um tênis tão confortável que te deixa correr por mais tempo, o que você traria como solução? A Wieden + Kennedy resolveu contar uma história. Dá uma olhada no vídeo da campanha e nos desdobramentos dos personagens. Storytelling!

O Namorado

O Cachorro

As Amigas


 

IN SEARCH OF INCREDIBLE

Postado por lukso | Em Campanhas | No dia21-09-2011

Por Paulo Yanaguizawa

Se te pedissem pra dar um exemplo de algo incrível, o que você diria? Muito louco como essa pergunta, apesar de parecer fácil, te faz refletir e no final se mostra extremamente pessoal. Pois então, como uma marca chega ao seu público apresentando algo como sendo incrível?

Parece uma busca eterna. Mas ao invés de ficar pensando o que as pessoas acham incrível, a ASUS em parceria com a Intel decidiram perguntar para as pessoas. Numa campanha chamada “In Search of Incredible” e encabeçada pelo artista Jason Mraz, as marcas vão rodar o mundo atrás de coisas incríveis e, para isso, estão pedindo para que as pessoas mandem histórias de lugares, sons, cheiros e tudo que for, simplesmente, incrível.


 

Funcionará como um concurso e cada país terá um vencedor e representante para uma fase mundial. Mas mais do que isso, muitas histórias serão contadas e a grande escolhida vai virar um filme produzido por cineastas renomados. Storytelling puro, ajudando a construir marca!

O que fica de lição nesse case é o quanto os consumidores tem algo a compartilhar e muitas vezes ajudar as marcas a reforçarem seus posicionamentos. Além disso, é importante ressaltar que essa campanha reflete algo que ambas as marcas acreditam. A ASUS tem como promessa de marca ““Inspiring Innovation, Persistent Perfection” e a Intel se autodenomina Sponsors of Tomorrow™. Fica mais uma lição: não adianta utilizar uma abordagem como essa se isso não condiz com o propósito de sua marca.

E você publicitário, marqueteiro ou gestor de marca, já pensou como seus consumidores podem te ajudar a reforçar seu posicionamento?

Mais detalhes no site: http://www.insearchofincredible.com/

COCA-COLA & THE GREAT HAPPYFICATION

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Insights, Storytelling, Transmedia | No dia19-09-2011

Por Marcelo Douek

Se existe uma marca que faz  bom uso das histórias como plataforma de branding, essa marca é a Coca-Cola. O que eu acho que eles tem de diferente das outras marcas (principalmente de uns tempos pra cá) é que o pessoal da Coca conseguiu perceber que quando uma história é poderosa, ela pode ter vários desdobramentos e perdurar por muito tempo. Lá atrás, em 2006, quando a Coca-Cola lançou seu filme Happiness Factory, ficou evidente que a marca buscava um novo formato para estabelecer conexões com seus consumidores. Acontece que aquela peça tinha um “potencial de storytelling” que ia muito além do primeiro filme de 30″. O tempo foi passando e ao invés de correr atrás da próxima história (como a maioria das marcas fazem), a Coca-Cola se ateve a mesma história e fez com que ela ganhasse  texturas, abordagens e principalmente, um plano ilimitado de ativações ao redor do globo (praticamente todas reforçando a história inicial).

Essa semana a marca lançou mais um capítulo (que pela pegada do filme, tá longe de ser o útlimo) dessa fantástia história que é a Happiness Factory. Abaixo, você confere um curta-metragem que trás um novo olhar (em conteúdo e forma) sobre a mesma história. A novidade (além do tom musical) é que as personagens agora dialogam entre si e ganharam camadas de personalidade, o que abre perspectiva para novas jornadas dentro do universo Happyness Factory. Note também que a garrafa (principal personagem do primeiro filme) virou um mero pano de fundo para as questões essenciais da marca, agora passadas pelas personagens. Em termos de contrução narrativa, considero esse modelo uma evolução e tanto! Tomara que essa seja só mais uma etapa do maravilhoso mundo da Happyness Factory e que mais histórias venham por aí. O Storybeats continuará de olho.

 

STORYTELLING COMO PONTO DE SUSTENTAÇÃO DE UMA MARCA

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Links Comentados, Matérias, Storytelling | No dia12-08-2011

Matéria publicada por Leticia Born no portal Com:Atitude, da Edelman Significa.

Empresas valorizam suas trajetórias para fortalecer significados e engajar públicos de modo consistente e afetivo

Não são poucas as grandes marcas erguidas a partir de uma história repleta de alternâncias, quebras, reviravoltas e personagens sensacionais. Cada episódio, ao longo do tempo, une-se a outras etapas e tece uma narrativa que dá forma ao significado de um empreendimento perante sua época. E, assim, uma organização torna-se mais consciente a respeito do seu propósito e, também, sua relevância social.

O renomado pensador Gary Hamel, reconhecido por sua longa parceria com o indiano C.K. Prahalad, afirma no livro O Futuro da Administração que o único ponto de sustentação de uma empresa é sua narrativa. Sem um significado norteador, segundo ele, qualquer organização perde o rumo sob a mínima turbulência.

Se considerarmos a marca como principal ativo de uma corporação, cuja força é diretamente proporcional à relevância do seu significado, é necessário considerar sua narrativa como ponto fundamental na construção da sua personalidade. Porém, tal história deve ser contada diariamente junto a todos os pontos de contato por meio de experiências que comprovam, na prática, a promessa simbolizada pela cultura edificada até o presente.

Ao propagar histórias que confirmam seu significado, uma marca fortalece vínculos, gera um ambiente de engajamento afetivo e despe-se das frias amarras corporativas que ainda teimam em padronizar o mercado. Quando uma marca alcança um alto nível de autenticidade, maior é o seu valor percebido e, assim, ela ganha em preferência, lealdade, confiança e recomendação. A crença em um significado envolve e cria resultados financeiros ao ser exercitada constantemente.

O conceito
No livro Brand Through Storytelling, os autores Klaus Fog, Christian Budtz, Philip Munch e Stephen Blanchette afirmam que uma marca é construída sobre uma promessa cujos efeitos desdobram-se não apenas externamente, como também na consolidação interna de um ambiente cultural coeso e capaz de entregar experiências condizentes com o significado balizador da empresa. “A mensagem contida em uma história ressoa fortemente através da organização, dando aos colaboradores uma ideia muito clara sobre os valores da marca, mostrando aos públicos exatamente qual a promessa contida no coração da companhia”, afirmam.

Ao criar uma cultura, a narrativa de marca expõe a dimensão emocional da empresa e leva seus relacionamentos para um nível além das meras transações comerciais. Neste sentido, promove um intercâmbio de crenças, objetivos e valores junto a toda a rede de públicos, em um fluxo de mão dupla que comunica muito mais que vantagens meramente funcionais. E, na opinião dos escritores, seguir esta trilha é praticamente inexorável: “tempos difíceis esperam por companhias que fecham os olhos para as dimensões mais emocionais e profundas de suas marcas e continuam a competir somente quanto ao preço e produtos”.

O teórico Laurence Vincent, autor do livro Marcas Legendárias, explica a relação entre o “contar histórias” e os fundamentos da mitologia em argumentos que criam um paralelismo entre a trajetória de arquétipos e a construção de significados. Assim como os autores de Brand Through Storytelling, defende a tese da criação de vínculos a partir de uma narrativa autêntica. Como exemplo, cita a venda, em 1981, da Harley-Davidson, episódio no qual os compradores, em um primeiro momento, desejaram alterar o estilo das motocicletas para torná-las mais sincrônicas com os padrões vigentes à época. Neste movimento, preferiram seguir tendências e desprezar toda a história daquela mítica companhia, que, até aquele instante, desfrutava de um sólido conjunto de crenças expressas na forma de uma clara e envolvente linguagem de negócios. Rapidamente, os fiéis consumidores que constituíam a comunidade daquela marca reivindicou a manutenção de suas tradições e, felizmente, tiveram sucesso.

Em busca de atenção
A professora de marketing e gestão de inovação da ESPM, Martha Terenzzo, afirma que a emergência do storytelling como potencializador de uma marca não é propriamente uma novidade, embora tenha sua importância reconhecida com maior ênfase. Para ela, este movimento deriva de uma “proliferação de marcas que buscam a atenção das pessoas, o que requer a construção de uma boa narrativa”. Segundo Martha, as empresas passaram a utilizar este recurso como via de conexão com seus interlocutores, sejam eles consumidores ou “evangelistas”.

Em sua visão, a base para a narrativa de uma marca está na construção de sua própria trajetória, que resulta em uma reputação concernente a este encadeamento de etapas e gerações. A professora cita como exemplo desta dinâmica a evolução da norte-americana IBM, que se tornou, recentemente, uma empresa centenária após sobreviver ao menos a duas quebras, atravessar crises gigantescas e, mesmo assim, soube adaptar-se e reinventar-se. “Ao inovar no seu modelo de negócios, há uma narrativa de pessoas, conflitos, derrotas e sucessos.

A vida como ela é. As pessoas se aproximam desta autenticidade. Pequenas e médias empresas podem usar o modelo para melhorar sua comunicação interna e externa por meio da sua própria história de construção”, diz.
Histórias são feitas de atitudes

Uma vez que a trajetória de uma marca demonstra e faz a força do seu significado perante as pessoas, envolve-as afetivamente em uma cultura moldada dentro e fora da empresa e permite que ela prossiga apesar das crises, as atitudes surgem como meios fundamentais neste processo construtivo.

Para Martha Terenzzo, não há uma regra no desenho de uma narrativa, mas alguns pré-requisitos indispensáveis: “a marca deve ser crível, próxima do real (mesmo que simbólica), com personagens que problematizem uma questão e ofereçam uma solução que cause interesse nas pessoas. Mas, acima de tudo, ressalto a autenticidade. Marcas precisam, de fato, cumprir o que discursam. Com o poder das redes sociais, é muito fácil uma história ruim ser desvendada, e corroer a imagem de uma empresa”.

Um dos exemplos mais recentes foi conduzido pela Coca-Cola, largamente reconhecida pela tradição que embasa a força de sua marca. De acordo com matéria veiculada no Mundo do Marketing, a empresa, que completa 125 anos, celebra a data por meio do projeto Coletivo, que leva ao público, por meio da embalagem de seus produtos, histórias reais dos beneficiários de programas socioambientais da companhia com o objetivo de qualificar a relação junto aos consumidores.

Neste contexto, atitudes consistentes derivam do significado de uma marca e comprovam, de maneira concreta, suas crenças, propósito e valores – ou seja, sua visão de mundo. E o contar histórias está localizado em diferentes dimensões desta prática: na comunicação de uma causa, no caminho trilhado por um beneficiário de um programa socioambiental, no envolvimento de fornecedores, no engajamento do público interno, entre outras possíveis ações transformadoras passíveis de serem conduzidas por uma marca junto a sua rede de relacionamentos. Desta forma, consolidam-se como autênticas e transparentes, atributos cada vez mais requisitados, sobretudo, em um mercado em franca maturação como o brasileiro.

Marcas possuem um significado a ser propagado em todas suas experiências e não só na comunicação ou nos pontos de venda. Por essa razão, as atitudes apresentam-se como fundamentais ao extrapolarem as relações de consumo e entregarem suas promessas por meio de narrativas verdadeiras e a partir de uma identidade também construída historicamente. Como resultado, intensifica-se o envolvimento dos públicos e cria-se um ambiente pautado por laços fortes, ou seja, um engajamento difícil de ser rompido.