QUEM É O TEDDY BEAR DA SUA MARCA?

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Storytelling | No dia15-09-2011

por Juliana “caju” Monteiro

Tão importante quanto a história de uma marca, são os seus personagens.

Um exemplo de corporação que utiliza um personagem impactante como centro de sua narrativa é a Build-a-Bear Workshop. Essa é uma empresa que, se olhada a distância, vende somente ursinhos. Porém, com sua plataforma de personalização de produtos (os ursinhos são praticamente custom made pelo cliente) onde cada confecção é única, cria uma experiência inesquecível para os consumidores ao permitirem que estes projetem e criem suas histórias com seus ursinhos de pelúcia customizados.

A marca tem como missão trazer o ursinho de pelúcia à vida, afinal, este é um personagem universal da vida de cada criança, que têm sua história contada todos os dias no imaginário de seus donos. Para enfatizar essa crença a marca tem um mascote, o Bearemy. Esse é um ursinho que é descrito com muito carinho no site institucional da empresa, cheio de detalhes pessoais (como o problema que Bearemy tem em dizer seu peso, por exemplo).

Essa é uma análise que demonstra como a criação de um personagem importante e impactante aproxima a empresa de seu consumidor final e, conseqüentemente, aumenta o lucro da mesma, já que a empresa Build-a-Bear Workshop, ao pensar primeiramente na narrativa de seu personagem principal (Bearemy), e na necessidade de trazê-lo a vida, conseguiu imaginar um novo modelo de negócio, para que seus consumidores conseguissem também “trazer seus ursinhos a vida” e criar suas próprias histórias.
Para finalizar este post fica a seguinte reflexão: qual o personagem da sua empresa e como ele te ajuda a contar a sua história? E ainda por cima, como essa história conversa com os seus consumidores finais?

ENQUANTO ISSO, DO OUTRO LADO DO MUNDO.

Postado por lukso | Em Branding, Storytelling | No dia14-09-2011

Por Vinicius Pineschi.

Muitos pensam que os tailandeses só são bons na culinária e nas artes marciais, porém o filme lançado pela Leo Burnet, para ilustrar a visão “Make the Difference” do banco tailandês TMB, mostra que eles também estão dando aula no aproveitamento da ferramenta Storytelling.
O banco cresceu, e agora precisava contar ao mundo quem ele era e em que acreditava. O único jeito seria contar sua história, literalmente ou analógicamente.
Para isso, agência não precisou ir longe para encontrar a analogia perfeita que exemplificasse toda a trajetória do TMB Bank.
Foi no sul do país, em uma ilha chamada de “Koh Panyee”, que a história real da origem do time de futebol Panyee F.C trouxe o brilho que faltava à campanha.
Uma história que nos deixa arrepiado, que nos faz lembrar dos nossos sonhos, que nos dá a força pra levantar e correr atrás deles, um exemplo perfeito de como se fazer a diferença.

ABERCROMBIE X JERSEY SHORE

Postado por lukso | Em Branding, Storytelling | No dia17-08-2011

abercrombie jersey shore

Já falamos muito aqui do poder de uma história e como isso pode refletir na relação entre marcas e consumidores. Pois bem, quando uma empresa opta por utilizar o chamado product placement, ela automaticamente envolve sua marca dentro de um universo muito mais complexo. Ou seja, ao inserir um produto dentro de um filme, este estará envolvido com personagens, será relacionado com conflitos e estimulará muitas associações por parte dos telespectadores.

Vamos imaginar que uma empresa de telefonia resolva utilizar-se dessa ferramenta em uma novela brasileira. Um dos protagonistas dessa novela, que é um bandido, que acabara de sair da cadeia e está montando um plano mirabolante para matar todos os seus familiares, aparece utilizando um aparelho celular dessa empresa. Um furacão de associações entre esse produto e o personagem será estimulado. Obviamente, esse exemplo hipotético terá poucas chances de acontecer pois nenhuma marca vai querer associar sua marca a esse tipo de situação. Porém, e se pensarmos nos reality shows?

Foi justamente isso que aconteceu com a marca Abercrombie & Fitch. A empresa propôs a um famoso reality show da MTV americana um acordo no qual daria uma boa quantia em dinheiro se um dos participantes da série parasse de aparecer utilizando as roupas da marca. A série Jersey Shore mostra um grupo de amigos que passam o verão em uma casa na região dos estados unidos que dá nome ao programa. Durante o verão, eles são expostos a diversas situações e, na maior parte do tempo, estão em festas, bebendo, curtindo, falando besteiras e fazendo coisas estúpidas.

A série já está na terceira temporada e um dos participantes chamado Mike “The Situation” é visto frequentemente utilizando roupas da Abercrombie, o que causou uma associação muito forte entre ele e a marca. Voltamos ao ponto que todo esse universo, esse personagem e as escolhas que ele faz estão sendo expostas e todas essas possíveis associações são consideradas inadequadas pela marca.

O importante nesse caso é que um personagem forte dentro de um universo bem construído tem o poder de se relacionar com diferentes público de maneira muito intensa. Quando uma história é bem contada, as mensagens são passadas de maneira muito mais poderosa e envolvente. Tão envolvente a ponto de uma marca propor um acordo financeiro para parar de aparecer em rede nacional.

Você, publicitário ou gestor de marca, tem plena consciência da história que suas marcas estão contando e quais os tipo de associações elas estão causando? Storytelling!

STORYTELLING COMO PONTO DE SUSTENTAÇÃO DE UMA MARCA

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Links Comentados, Matérias, Storytelling | No dia12-08-2011

Matéria publicada por Leticia Born no portal Com:Atitude, da Edelman Significa.

Empresas valorizam suas trajetórias para fortalecer significados e engajar públicos de modo consistente e afetivo

Não são poucas as grandes marcas erguidas a partir de uma história repleta de alternâncias, quebras, reviravoltas e personagens sensacionais. Cada episódio, ao longo do tempo, une-se a outras etapas e tece uma narrativa que dá forma ao significado de um empreendimento perante sua época. E, assim, uma organização torna-se mais consciente a respeito do seu propósito e, também, sua relevância social.

O renomado pensador Gary Hamel, reconhecido por sua longa parceria com o indiano C.K. Prahalad, afirma no livro O Futuro da Administração que o único ponto de sustentação de uma empresa é sua narrativa. Sem um significado norteador, segundo ele, qualquer organização perde o rumo sob a mínima turbulência.

Se considerarmos a marca como principal ativo de uma corporação, cuja força é diretamente proporcional à relevância do seu significado, é necessário considerar sua narrativa como ponto fundamental na construção da sua personalidade. Porém, tal história deve ser contada diariamente junto a todos os pontos de contato por meio de experiências que comprovam, na prática, a promessa simbolizada pela cultura edificada até o presente.

Ao propagar histórias que confirmam seu significado, uma marca fortalece vínculos, gera um ambiente de engajamento afetivo e despe-se das frias amarras corporativas que ainda teimam em padronizar o mercado. Quando uma marca alcança um alto nível de autenticidade, maior é o seu valor percebido e, assim, ela ganha em preferência, lealdade, confiança e recomendação. A crença em um significado envolve e cria resultados financeiros ao ser exercitada constantemente.

O conceito
No livro Brand Through Storytelling, os autores Klaus Fog, Christian Budtz, Philip Munch e Stephen Blanchette afirmam que uma marca é construída sobre uma promessa cujos efeitos desdobram-se não apenas externamente, como também na consolidação interna de um ambiente cultural coeso e capaz de entregar experiências condizentes com o significado balizador da empresa. “A mensagem contida em uma história ressoa fortemente através da organização, dando aos colaboradores uma ideia muito clara sobre os valores da marca, mostrando aos públicos exatamente qual a promessa contida no coração da companhia”, afirmam.

Ao criar uma cultura, a narrativa de marca expõe a dimensão emocional da empresa e leva seus relacionamentos para um nível além das meras transações comerciais. Neste sentido, promove um intercâmbio de crenças, objetivos e valores junto a toda a rede de públicos, em um fluxo de mão dupla que comunica muito mais que vantagens meramente funcionais. E, na opinião dos escritores, seguir esta trilha é praticamente inexorável: “tempos difíceis esperam por companhias que fecham os olhos para as dimensões mais emocionais e profundas de suas marcas e continuam a competir somente quanto ao preço e produtos”.

O teórico Laurence Vincent, autor do livro Marcas Legendárias, explica a relação entre o “contar histórias” e os fundamentos da mitologia em argumentos que criam um paralelismo entre a trajetória de arquétipos e a construção de significados. Assim como os autores de Brand Through Storytelling, defende a tese da criação de vínculos a partir de uma narrativa autêntica. Como exemplo, cita a venda, em 1981, da Harley-Davidson, episódio no qual os compradores, em um primeiro momento, desejaram alterar o estilo das motocicletas para torná-las mais sincrônicas com os padrões vigentes à época. Neste movimento, preferiram seguir tendências e desprezar toda a história daquela mítica companhia, que, até aquele instante, desfrutava de um sólido conjunto de crenças expressas na forma de uma clara e envolvente linguagem de negócios. Rapidamente, os fiéis consumidores que constituíam a comunidade daquela marca reivindicou a manutenção de suas tradições e, felizmente, tiveram sucesso.

Em busca de atenção
A professora de marketing e gestão de inovação da ESPM, Martha Terenzzo, afirma que a emergência do storytelling como potencializador de uma marca não é propriamente uma novidade, embora tenha sua importância reconhecida com maior ênfase. Para ela, este movimento deriva de uma “proliferação de marcas que buscam a atenção das pessoas, o que requer a construção de uma boa narrativa”. Segundo Martha, as empresas passaram a utilizar este recurso como via de conexão com seus interlocutores, sejam eles consumidores ou “evangelistas”.

Em sua visão, a base para a narrativa de uma marca está na construção de sua própria trajetória, que resulta em uma reputação concernente a este encadeamento de etapas e gerações. A professora cita como exemplo desta dinâmica a evolução da norte-americana IBM, que se tornou, recentemente, uma empresa centenária após sobreviver ao menos a duas quebras, atravessar crises gigantescas e, mesmo assim, soube adaptar-se e reinventar-se. “Ao inovar no seu modelo de negócios, há uma narrativa de pessoas, conflitos, derrotas e sucessos.

A vida como ela é. As pessoas se aproximam desta autenticidade. Pequenas e médias empresas podem usar o modelo para melhorar sua comunicação interna e externa por meio da sua própria história de construção”, diz.
Histórias são feitas de atitudes

Uma vez que a trajetória de uma marca demonstra e faz a força do seu significado perante as pessoas, envolve-as afetivamente em uma cultura moldada dentro e fora da empresa e permite que ela prossiga apesar das crises, as atitudes surgem como meios fundamentais neste processo construtivo.

Para Martha Terenzzo, não há uma regra no desenho de uma narrativa, mas alguns pré-requisitos indispensáveis: “a marca deve ser crível, próxima do real (mesmo que simbólica), com personagens que problematizem uma questão e ofereçam uma solução que cause interesse nas pessoas. Mas, acima de tudo, ressalto a autenticidade. Marcas precisam, de fato, cumprir o que discursam. Com o poder das redes sociais, é muito fácil uma história ruim ser desvendada, e corroer a imagem de uma empresa”.

Um dos exemplos mais recentes foi conduzido pela Coca-Cola, largamente reconhecida pela tradição que embasa a força de sua marca. De acordo com matéria veiculada no Mundo do Marketing, a empresa, que completa 125 anos, celebra a data por meio do projeto Coletivo, que leva ao público, por meio da embalagem de seus produtos, histórias reais dos beneficiários de programas socioambientais da companhia com o objetivo de qualificar a relação junto aos consumidores.

Neste contexto, atitudes consistentes derivam do significado de uma marca e comprovam, de maneira concreta, suas crenças, propósito e valores – ou seja, sua visão de mundo. E o contar histórias está localizado em diferentes dimensões desta prática: na comunicação de uma causa, no caminho trilhado por um beneficiário de um programa socioambiental, no envolvimento de fornecedores, no engajamento do público interno, entre outras possíveis ações transformadoras passíveis de serem conduzidas por uma marca junto a sua rede de relacionamentos. Desta forma, consolidam-se como autênticas e transparentes, atributos cada vez mais requisitados, sobretudo, em um mercado em franca maturação como o brasileiro.

Marcas possuem um significado a ser propagado em todas suas experiências e não só na comunicação ou nos pontos de venda. Por essa razão, as atitudes apresentam-se como fundamentais ao extrapolarem as relações de consumo e entregarem suas promessas por meio de narrativas verdadeiras e a partir de uma identidade também construída historicamente. Como resultado, intensifica-se o envolvimento dos públicos e cria-se um ambiente pautado por laços fortes, ou seja, um engajamento difícil de ser rompido.


WHO INSPIRES YOU?

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Comunidades, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia28-07-2011

Inspirar pessoas a partir de pessoas inspiradas, essa é a campanha “Who Inspires you?” que a Levi’s criou e divulgou no Facebook.
A idéia da campanha é compartilhar inspiração para qualquer tipo de ação, seja ela pessoal, como as promessas de fim de ano, ou ainda social, como ajudar entidades carentes.
Para isso, é só contar a sua história, deixando um depoimento em vídeo sobre quem ou o que te inspirou e qual seu objetivo, e o vídeo estará disponível na página para qualquer um que buscar algum tipo de inspiração para si próprio.
A página no facebook também proporciona que você publique para seus amigos ou pessoas que participam da campanha o que você conquistou após se inspirar.
A Levi’s consegue assim, criar uma grande base de histórias muito interessantes sobre seus clientes e que associadas a sua marca podem constituir grandes cases de comunicação.

TOYOTA AUTO BIOGRAPHY

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Colaborações, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Matérias, Redes Sociais, Storytelling, Transmedia | No dia26-07-2011

Toyota está incentivando os proprietários de seus carros a compartilhar histórias sobre seus veículos.

De acordo com Bob Zeinstra da Saatchi & Saatchi agencia que criou da campanha “Auto Biography”, a idéia principal é dar uma resposta à “onda de apoio demonstrado pelos nossos clientes”, após os problemas de recall  de veículo que tiveram em 2010.

Com mais de 470 mil “likes”, 11.500 histórias e oito vídeos de animação baseados nas próprias histórias, a Toyota além de aproximar seus clientes mais fiéis à marca, adquire uma grande fonte de informação e idéias: as histórias enviadas.

Em um esforço para conectar os proprietários de Toyota, a ação online também permite fazer upload de vídeos e fotografias com experiências associadas ao seu veículo. Usando proprietários de Toyota reais como inspiração, a campanha tem acumulado uma série de contos intrigantes, que vai do cotidiano ao fantástico

Clique aqui e confira a Fan Page no Facebook.

TIFFANY&CO EM WHAT MAKES LOVE TRUE

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Storytelling | No dia22-07-2011

Você já parou para pensar o quanto uma empresa é capaz de marcar a vida das pessoas?

Algumas marcas nos encontram nos momentos alegres e deliciosos, enquanto outras só nos aparecem para resolver alguns probleminhas nos momentos nem tão agradáveis. Mas nenhuma marca encontra o consumidor num momento  tão emocionante como a Tiffany&Co., especialmente quando o assunto é casamento.

A marca de jóias, que virou ícone de desejo de todas as mulheres, percebeu a importância dos momentos em que a sua marca participa da vida de seus clientes, e lançou o site www.whatmakeslovetrue.com e um aplicativo para Iphone, juntando um monte de histórias de amor, protagonizadas por diversos casais nova iorquinos, como Harvey & Corrine, Jim& Stephanie, Chris&Dave, e muitos outros que tiveram as suas vidas unidas por um par de alianças Tiffany&Co.

É uma marca de muita sorte, que literalmente casa com os consumidores.

Will You Marry Me?

A LUKSO PROCURA ESTAGIÁRIO DE PLANEJAMENTO

Postado por lukso | Em Branding, Storytelling | No dia21-07-2011

Queremos alguém com interesse em montar estratégias de marca para clientes de diferentes tamanhos.

Alguém com talento para escrever, comprometido, inquieto e pró-ativo. Estará envolvido diretamente em Jobs ligados a redes sociais,  conhecimento na área é diferencial. Vivências com branding / gestão de marcas são benvindos. Ter uma boa história de vida é essencial.

CVs para paulo@lukso.com.br

RÖYKSOPP APRESENTA: MÚSICA COM STORYTELLING VISUAL

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Insights, Sem categoria | No dia15-07-2011

Já ouviu falar da Röyksopp? É uma dupla musical originária de Tromsø, na Noruega, e é reconhecida pelas suas músicas eletrônicas que incorporam elementos de vários outros gêneros musicais, como Downtempo, Trip Hop, Black Metal e Experimental.

Mas o que nos atraiu a atenção mesmo é um de seus videoclipes, que, apesar de ter quase 10 anos, é diferente de todos outros que já assistimos. No estilo dos infográfIcos e com um storytelling visual muito bacana, o clipe da música Remind Me foi selecionado no MTV Europe Music Award 2002 como o melhor clipe do ano.

E achamos ainda, outro vídeo mais recente que se inspirou no videoclipe e fez uma versão da história do Chapeuzinho Vermelho, mostrando muitos detalhes que não enxergamos na versão original.

Qual é o seu vídeo favorito?

Röyksopp – Remind Me

The Tech and Science Behind Little Red Riding Hood

NIKE HYPERFUSE: TALES FROM THE KITCHEN

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Storytelling | No dia14-07-2011

“Just do it.” O slogan é simples, mas não é nada fácil fazer o que a Nike tem feito por quase 40 anos, desenvolvendo produtos inovadores, como a linha de tênis de basquete HYPERFUSE.

Criado pelo Shane Kohatsu, líder de inovações da área de BasketBall, e Ben Shaffer, responsável pelo Sportwear da Nike, a idéia que inspirou o nascimento do HYPERFUSE surgiu a partir de uma viagem do Kohatsu à China, um dos maiores pólos de difusão do esporte entre o público.

Lá, ele encontrou o grande insight, que acabou virando o maior desafio nos laboratórios da Nike, unindo duas coisas aparentemente incompatíveis: a durabilidade e a circulação do ar dentro do tênis. Quer saber como essa história terminou? Assista o primeiro episódio do “Tales from the Kitchen”:

Tales From The Kitchen: Hyperfuse