IKEA EM – “UM APARTAMENTO NO METRÔ”

Postado por lukso | Em Branded Content, Campanhas, Transmedia | No dia18-01-2012

Por Vinicius Pineschi

Muitas pessoas disseram que o Big Brother era inútil, que “nada se aprendia lá” e que “nada prestava de lá”, mas parece que os criativos da agência francesa Ubi Bene fizeram uma bela limonada com esse limão.

Para divulgar os móveis da IKEA e o conceito “O quê dá para fazer em um espaço pequeno”, a agência criou a ação IKEA L’APPART, um mini apartamento no metrô de Paris com cinco moradores, na qual as pessoas podem observar pela janela o dia a dia deles ao vivo e a cores, em um apartamento pequeno e decorado com móveis da marca.

Essa a brincadeira vai um pouco além de uma versão do Big Brother no metrô, pois pela página da ação no facebook, as pessoas podem se candidatar para passar um dia na casa e viver na pele a experiência dos moradores.
Vale a pena conferir essa “la folie” como diriam os franceses.

CHIPOTLE IS BACKING TO START

Postado por lukso | Em Branded Content, Insights, Storytelling | No dia04-11-2011

Por Vinicius Pineschi

 

Foi em 1993, que  Steve Ells abriu a primeira Chipotle Mexican Grill, sob um novo conceito e filosofia de negócio, sua rede de fast food seguiria fielmente o conceito “Food with Integrity”. Mas afinal o que seria isso?

É simples, sua rede de fast food seria focada em entregar comida de alta qualidade, para isso a grande ideia do Steve foi buscar os melhores ingredientes. Na sua cansativa jornada, ele percebeu que o sabor dos ingredientes se perderam nas produções industriais e a solução era voltar aos ingredientes vindo das antigas fazendas.

Para ilustrar essa história, a agência CAA junto com a produtora Nexus Productions, produziram um filme impecável. A animação, que conta com uma excelente produção com mock-ups de bonecos e maquetes, envolve o telespectador ao contar a história de um fazendeiro que viu seu carinho e cuidado pelos seu animais se transformar em algo industrializado e mecânico sem vida. O final do filme é surpreendente, embalado pela versão do Willie Nelson da trilha “The Scientist” do Cold Play, o comercial consegue nos emocionar. Assistam!

 

 

Pra quem quiser ver como foi feito, vale a pena conferir o Making Of!

 

SMARTWATER KNOWS HOW TO GOES VIRAL.

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia05-10-2011

Por Vinicius Pineschi

 

Ultimamente, as marcas querem desesperadamente  entrar na categoria de “vídeo viral ”, para poder divulgar sua marca e seus conteúdos  de forma massante no Youtube e nas redes sociais.
Mas para criar um vídeo com potencial de viralização é preciso uma boa história que engage as pessoas, porém criá-las não é fácil. Então qual seria a forma a fácil? A forma clássica e fácil, que vemos crescendo hoje em dia,  é o famoso product placement em vídeos que já são virais e que já são possuem milhões de views.
Não diferente disto, a Glacéau para divulgar sua linha Smartwater decidiu fazer um vídeo com a bela Jennifer Aniston  apresentando o produto, e interagindo com as personagens/situações de sucesso instântaneo nas telas do youtube, que vão desde as dublagens de Keena Cahill até Mishka o cachorro que diz  “I love you”.
Vale a pena conferir essa divertida mistura de referências  no vídeo “Jennifer Aniston goes viral”.

 


E a pergunta que fica é: Qual será a marca brasileira que vai usar os  Avassaladores em sua próxima campanha?

MARSHALL – ON THE ROAD

Postado por lukso | Em Branded Content, Storytelling | No dia04-10-2011

Por Paulo Yanaguizawa

Quando vemos o ouvimos o nome Marshall em algum lugar, fica difícil não imaginar um palco, uma caixa de som, pessoas tocando, enfim, pensou nessa marca, pensou automaticamente em música.  No entanto, invertendo a linha de raciocínio, quando pensamos em música, não pensamos em Marshall, pois, querendo ou não, seus amplificadores são muito mais importantes nos bastidores do que na audiência propriamente dita.

Afim de divulgar sua linha de headphones, a marca atacou no storytelling para mostrar, justamente, os bastidores e as pessoas que fazem grandes “gigs” acontecerem. Para isso, em parceria com a Vice Media, produziram um documentário dividido em alguns episódios que conta o dia a dia de artistas e do pessoal da produção na construção das apresentações.

O raciocínio é claro nesse case. Afim de atingir seus consumidores fiéis e mostrar a eles que a experiência do som incomparável dos amplificadores pode ser estendida aos headphones, recorreram a contar histórias. Histórias de um universo incrível e muitas vezes maluco que ajudam a contextualizar o estilo de vida que seu público admira ou aspira.

Que história sua marca está contando? Como você está contextualizando o estilo de vida que seus produtos e marcas querem vender? STORYTELLING.

 

COCA-COLA & THE GREAT HAPPYFICATION

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Insights, Storytelling, Transmedia | No dia19-09-2011

Por Marcelo Douek

Se existe uma marca que faz  bom uso das histórias como plataforma de branding, essa marca é a Coca-Cola. O que eu acho que eles tem de diferente das outras marcas (principalmente de uns tempos pra cá) é que o pessoal da Coca conseguiu perceber que quando uma história é poderosa, ela pode ter vários desdobramentos e perdurar por muito tempo. Lá atrás, em 2006, quando a Coca-Cola lançou seu filme Happiness Factory, ficou evidente que a marca buscava um novo formato para estabelecer conexões com seus consumidores. Acontece que aquela peça tinha um “potencial de storytelling” que ia muito além do primeiro filme de 30″. O tempo foi passando e ao invés de correr atrás da próxima história (como a maioria das marcas fazem), a Coca-Cola se ateve a mesma história e fez com que ela ganhasse  texturas, abordagens e principalmente, um plano ilimitado de ativações ao redor do globo (praticamente todas reforçando a história inicial).

Essa semana a marca lançou mais um capítulo (que pela pegada do filme, tá longe de ser o útlimo) dessa fantástia história que é a Happiness Factory. Abaixo, você confere um curta-metragem que trás um novo olhar (em conteúdo e forma) sobre a mesma história. A novidade (além do tom musical) é que as personagens agora dialogam entre si e ganharam camadas de personalidade, o que abre perspectiva para novas jornadas dentro do universo Happyness Factory. Note também que a garrafa (principal personagem do primeiro filme) virou um mero pano de fundo para as questões essenciais da marca, agora passadas pelas personagens. Em termos de contrução narrativa, considero esse modelo uma evolução e tanto! Tomara que essa seja só mais uma etapa do maravilhoso mundo da Happyness Factory e que mais histórias venham por aí. O Storybeats continuará de olho.

 

QUEM É O TEDDY BEAR DA SUA MARCA?

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Storytelling | No dia15-09-2011

por Juliana “caju” Monteiro

Tão importante quanto a história de uma marca, são os seus personagens.

Um exemplo de corporação que utiliza um personagem impactante como centro de sua narrativa é a Build-a-Bear Workshop. Essa é uma empresa que, se olhada a distância, vende somente ursinhos. Porém, com sua plataforma de personalização de produtos (os ursinhos são praticamente custom made pelo cliente) onde cada confecção é única, cria uma experiência inesquecível para os consumidores ao permitirem que estes projetem e criem suas histórias com seus ursinhos de pelúcia customizados.

A marca tem como missão trazer o ursinho de pelúcia à vida, afinal, este é um personagem universal da vida de cada criança, que têm sua história contada todos os dias no imaginário de seus donos. Para enfatizar essa crença a marca tem um mascote, o Bearemy. Esse é um ursinho que é descrito com muito carinho no site institucional da empresa, cheio de detalhes pessoais (como o problema que Bearemy tem em dizer seu peso, por exemplo).

Essa é uma análise que demonstra como a criação de um personagem importante e impactante aproxima a empresa de seu consumidor final e, conseqüentemente, aumenta o lucro da mesma, já que a empresa Build-a-Bear Workshop, ao pensar primeiramente na narrativa de seu personagem principal (Bearemy), e na necessidade de trazê-lo a vida, conseguiu imaginar um novo modelo de negócio, para que seus consumidores conseguissem também “trazer seus ursinhos a vida” e criar suas próprias histórias.
Para finalizar este post fica a seguinte reflexão: qual o personagem da sua empresa e como ele te ajuda a contar a sua história? E ainda por cima, como essa história conversa com os seus consumidores finais?

STORYTELLING COMO PONTO DE SUSTENTAÇÃO DE UMA MARCA

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Links Comentados, Matérias, Storytelling | No dia12-08-2011

Matéria publicada por Leticia Born no portal Com:Atitude, da Edelman Significa.

Empresas valorizam suas trajetórias para fortalecer significados e engajar públicos de modo consistente e afetivo

Não são poucas as grandes marcas erguidas a partir de uma história repleta de alternâncias, quebras, reviravoltas e personagens sensacionais. Cada episódio, ao longo do tempo, une-se a outras etapas e tece uma narrativa que dá forma ao significado de um empreendimento perante sua época. E, assim, uma organização torna-se mais consciente a respeito do seu propósito e, também, sua relevância social.

O renomado pensador Gary Hamel, reconhecido por sua longa parceria com o indiano C.K. Prahalad, afirma no livro O Futuro da Administração que o único ponto de sustentação de uma empresa é sua narrativa. Sem um significado norteador, segundo ele, qualquer organização perde o rumo sob a mínima turbulência.

Se considerarmos a marca como principal ativo de uma corporação, cuja força é diretamente proporcional à relevância do seu significado, é necessário considerar sua narrativa como ponto fundamental na construção da sua personalidade. Porém, tal história deve ser contada diariamente junto a todos os pontos de contato por meio de experiências que comprovam, na prática, a promessa simbolizada pela cultura edificada até o presente.

Ao propagar histórias que confirmam seu significado, uma marca fortalece vínculos, gera um ambiente de engajamento afetivo e despe-se das frias amarras corporativas que ainda teimam em padronizar o mercado. Quando uma marca alcança um alto nível de autenticidade, maior é o seu valor percebido e, assim, ela ganha em preferência, lealdade, confiança e recomendação. A crença em um significado envolve e cria resultados financeiros ao ser exercitada constantemente.

O conceito
No livro Brand Through Storytelling, os autores Klaus Fog, Christian Budtz, Philip Munch e Stephen Blanchette afirmam que uma marca é construída sobre uma promessa cujos efeitos desdobram-se não apenas externamente, como também na consolidação interna de um ambiente cultural coeso e capaz de entregar experiências condizentes com o significado balizador da empresa. “A mensagem contida em uma história ressoa fortemente através da organização, dando aos colaboradores uma ideia muito clara sobre os valores da marca, mostrando aos públicos exatamente qual a promessa contida no coração da companhia”, afirmam.

Ao criar uma cultura, a narrativa de marca expõe a dimensão emocional da empresa e leva seus relacionamentos para um nível além das meras transações comerciais. Neste sentido, promove um intercâmbio de crenças, objetivos e valores junto a toda a rede de públicos, em um fluxo de mão dupla que comunica muito mais que vantagens meramente funcionais. E, na opinião dos escritores, seguir esta trilha é praticamente inexorável: “tempos difíceis esperam por companhias que fecham os olhos para as dimensões mais emocionais e profundas de suas marcas e continuam a competir somente quanto ao preço e produtos”.

O teórico Laurence Vincent, autor do livro Marcas Legendárias, explica a relação entre o “contar histórias” e os fundamentos da mitologia em argumentos que criam um paralelismo entre a trajetória de arquétipos e a construção de significados. Assim como os autores de Brand Through Storytelling, defende a tese da criação de vínculos a partir de uma narrativa autêntica. Como exemplo, cita a venda, em 1981, da Harley-Davidson, episódio no qual os compradores, em um primeiro momento, desejaram alterar o estilo das motocicletas para torná-las mais sincrônicas com os padrões vigentes à época. Neste movimento, preferiram seguir tendências e desprezar toda a história daquela mítica companhia, que, até aquele instante, desfrutava de um sólido conjunto de crenças expressas na forma de uma clara e envolvente linguagem de negócios. Rapidamente, os fiéis consumidores que constituíam a comunidade daquela marca reivindicou a manutenção de suas tradições e, felizmente, tiveram sucesso.

Em busca de atenção
A professora de marketing e gestão de inovação da ESPM, Martha Terenzzo, afirma que a emergência do storytelling como potencializador de uma marca não é propriamente uma novidade, embora tenha sua importância reconhecida com maior ênfase. Para ela, este movimento deriva de uma “proliferação de marcas que buscam a atenção das pessoas, o que requer a construção de uma boa narrativa”. Segundo Martha, as empresas passaram a utilizar este recurso como via de conexão com seus interlocutores, sejam eles consumidores ou “evangelistas”.

Em sua visão, a base para a narrativa de uma marca está na construção de sua própria trajetória, que resulta em uma reputação concernente a este encadeamento de etapas e gerações. A professora cita como exemplo desta dinâmica a evolução da norte-americana IBM, que se tornou, recentemente, uma empresa centenária após sobreviver ao menos a duas quebras, atravessar crises gigantescas e, mesmo assim, soube adaptar-se e reinventar-se. “Ao inovar no seu modelo de negócios, há uma narrativa de pessoas, conflitos, derrotas e sucessos.

A vida como ela é. As pessoas se aproximam desta autenticidade. Pequenas e médias empresas podem usar o modelo para melhorar sua comunicação interna e externa por meio da sua própria história de construção”, diz.
Histórias são feitas de atitudes

Uma vez que a trajetória de uma marca demonstra e faz a força do seu significado perante as pessoas, envolve-as afetivamente em uma cultura moldada dentro e fora da empresa e permite que ela prossiga apesar das crises, as atitudes surgem como meios fundamentais neste processo construtivo.

Para Martha Terenzzo, não há uma regra no desenho de uma narrativa, mas alguns pré-requisitos indispensáveis: “a marca deve ser crível, próxima do real (mesmo que simbólica), com personagens que problematizem uma questão e ofereçam uma solução que cause interesse nas pessoas. Mas, acima de tudo, ressalto a autenticidade. Marcas precisam, de fato, cumprir o que discursam. Com o poder das redes sociais, é muito fácil uma história ruim ser desvendada, e corroer a imagem de uma empresa”.

Um dos exemplos mais recentes foi conduzido pela Coca-Cola, largamente reconhecida pela tradição que embasa a força de sua marca. De acordo com matéria veiculada no Mundo do Marketing, a empresa, que completa 125 anos, celebra a data por meio do projeto Coletivo, que leva ao público, por meio da embalagem de seus produtos, histórias reais dos beneficiários de programas socioambientais da companhia com o objetivo de qualificar a relação junto aos consumidores.

Neste contexto, atitudes consistentes derivam do significado de uma marca e comprovam, de maneira concreta, suas crenças, propósito e valores – ou seja, sua visão de mundo. E o contar histórias está localizado em diferentes dimensões desta prática: na comunicação de uma causa, no caminho trilhado por um beneficiário de um programa socioambiental, no envolvimento de fornecedores, no engajamento do público interno, entre outras possíveis ações transformadoras passíveis de serem conduzidas por uma marca junto a sua rede de relacionamentos. Desta forma, consolidam-se como autênticas e transparentes, atributos cada vez mais requisitados, sobretudo, em um mercado em franca maturação como o brasileiro.

Marcas possuem um significado a ser propagado em todas suas experiências e não só na comunicação ou nos pontos de venda. Por essa razão, as atitudes apresentam-se como fundamentais ao extrapolarem as relações de consumo e entregarem suas promessas por meio de narrativas verdadeiras e a partir de uma identidade também construída historicamente. Como resultado, intensifica-se o envolvimento dos públicos e cria-se um ambiente pautado por laços fortes, ou seja, um engajamento difícil de ser rompido.


WHO INSPIRES YOU?

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Comunidades, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Redes Sociais, Storytelling | No dia28-07-2011

Inspirar pessoas a partir de pessoas inspiradas, essa é a campanha “Who Inspires you?” que a Levi’s criou e divulgou no Facebook.
A idéia da campanha é compartilhar inspiração para qualquer tipo de ação, seja ela pessoal, como as promessas de fim de ano, ou ainda social, como ajudar entidades carentes.
Para isso, é só contar a sua história, deixando um depoimento em vídeo sobre quem ou o que te inspirou e qual seu objetivo, e o vídeo estará disponível na página para qualquer um que buscar algum tipo de inspiração para si próprio.
A página no facebook também proporciona que você publique para seus amigos ou pessoas que participam da campanha o que você conquistou após se inspirar.
A Levi’s consegue assim, criar uma grande base de histórias muito interessantes sobre seus clientes e que associadas a sua marca podem constituir grandes cases de comunicação.

TOYOTA AUTO BIOGRAPHY

Postado por lukso | Em Artigos, Branded Content, Branding, Campanhas, Colaborações, English Version, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Matérias, Redes Sociais, Storytelling, Transmedia | No dia26-07-2011

Toyota está incentivando os proprietários de seus carros a compartilhar histórias sobre seus veículos.

De acordo com Bob Zeinstra da Saatchi & Saatchi agencia que criou da campanha “Auto Biography”, a idéia principal é dar uma resposta à “onda de apoio demonstrado pelos nossos clientes”, após os problemas de recall  de veículo que tiveram em 2010.

Com mais de 470 mil “likes”, 11.500 histórias e oito vídeos de animação baseados nas próprias histórias, a Toyota além de aproximar seus clientes mais fiéis à marca, adquire uma grande fonte de informação e idéias: as histórias enviadas.

Em um esforço para conectar os proprietários de Toyota, a ação online também permite fazer upload de vídeos e fotografias com experiências associadas ao seu veículo. Usando proprietários de Toyota reais como inspiração, a campanha tem acumulado uma série de contos intrigantes, que vai do cotidiano ao fantástico

Clique aqui e confira a Fan Page no Facebook.

TIFFANY&CO EM WHAT MAKES LOVE TRUE

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Storytelling | No dia22-07-2011

Você já parou para pensar o quanto uma empresa é capaz de marcar a vida das pessoas?

Algumas marcas nos encontram nos momentos alegres e deliciosos, enquanto outras só nos aparecem para resolver alguns probleminhas nos momentos nem tão agradáveis. Mas nenhuma marca encontra o consumidor num momento  tão emocionante como a Tiffany&Co., especialmente quando o assunto é casamento.

A marca de jóias, que virou ícone de desejo de todas as mulheres, percebeu a importância dos momentos em que a sua marca participa da vida de seus clientes, e lançou o site www.whatmakeslovetrue.com e um aplicativo para Iphone, juntando um monte de histórias de amor, protagonizadas por diversos casais nova iorquinos, como Harvey & Corrine, Jim& Stephanie, Chris&Dave, e muitos outros que tiveram as suas vidas unidas por um par de alianças Tiffany&Co.

É uma marca de muita sorte, que literalmente casa com os consumidores.

Will You Marry Me?