SIDE ASSIST OFFICE, USE E JAMAIS CONTE PARA SEU CHEFE.

Postado por lukso | Em Branding, Insights | No dia27-09-2011

Por Vinicius Pineschi

Em uma bela tarde no meio da semana, um redator e um diretor de arte, da agência alemã Grabarz & Partner, tinham o job do novo sensor lateral da Volkswagen pra desenvolver. E como toda rotina tradicional de trabalho, eles não tinham nada melhor pra fazer do que abrir o facebook, o youtube, alguns blogs engraçados, e esperar uma ideia brilhante surgir em suas cabeças.
Até que, durante uma partida incrível de “Conquer Antartica”, o diretor de criação entra na sala e… Parece que os ouvidos esquentaram por lá.
Em um momento de conscientização do erro, eis que a ideia brilhante surge, “Por quê não existe um sensor, igual o da Volkswagen, nas webcams pra rastrear quando nosso chefe entrar na sala?”.

 

Infelizmente essa não é a história real de como foi produzida a ação online “Side assist Office”, mas certamente ela será usada para casos como esses. Uma idéia simples e útil que cumpri todos os objetivos de comunicação. Este é o caminho que as agências deviam seguir na hora de criar aplicativos e hotsites para seus clientes.

Obs: O site funciona, eu mesmo fiz o teste.

DON´T BE A BRAND, JUST BE A QUEEN.

Postado por lukso | Em Branding, Histórias que Fazem o Bem, Insights, Storytelling | No dia23-09-2011

por Juliana “Caju” Monteiro

O que faz Lady GaGa vender tantos CDs? Os fãs poderão culpar sua música, estilo, atitude, mas, se pergunte: será que o que ela faz é tão diferente do que muitos outros já fizeram ou fazem? A resposta provavelmente será não, já que Cher, David Bowie, Michael Jackson e até a própria Madonna são exemplos de artistas performáticos, e peculiares, que surgiram muito tempo antes de Stefani Germanotta (mais conhecida como Lady GaGa).

Brand Romance by Newcast from Newcast VivaKi on Vimeo.

Então, qual será o “segredo” da artista? Ou melhor, o que será que diferencia todos esses artistas que, se analisarmos de forma crítica, “vendem os mesmos produtos”?

Lady GaGa, assim como qualquer ídolo, têm uma história para contar. Ela é uma artista que adota certas características e causas que fazem dela um personagem, e não somente uma performer. E então, ao se apropriar dessa imagem (excêntrica, abraçando “o diferente”), ela conversa com um público que se identifica com sua história e, então, esse consumidor compra seu trabalho artístico. É claro que o “enredo” criado por GaGa é muito bem amarrado, inclusive a artista têm uma equipe de criação que a auxilia em seus projetos (a chamada “Haus of GaGa”), e por isso tudo que a artista faz vira fenômeno.

Não está sendo questionado o talento da artista. Mas é preciso admitir que quase tão empolgante quanto ouvir Lady GaGa é falar sobre ou esperar suas “aparições” em público.

Outra artista que, assumidamente, têm um personagem artístico, ou seja, adota certas características ao realizar suas performances, é Beyoncé. A cantora pop se autodenomina Sasha Fierce, uma mulher poderosa, de atitude e muito feminina, e assim se sinta confiante e mais próxima das mensagens que pretende passar através de suas músicas.
Para ilustrar o branding por trás dessa indústria aqui está o vídeo “5 lessons from Lady GaGa to brands and marketing”. Aproveitem, little monsters.

IN SEARCH OF INCREDIBLE

Postado por lukso | Em Campanhas | No dia21-09-2011

Por Paulo Yanaguizawa

Se te pedissem pra dar um exemplo de algo incrível, o que você diria? Muito louco como essa pergunta, apesar de parecer fácil, te faz refletir e no final se mostra extremamente pessoal. Pois então, como uma marca chega ao seu público apresentando algo como sendo incrível?

Parece uma busca eterna. Mas ao invés de ficar pensando o que as pessoas acham incrível, a ASUS em parceria com a Intel decidiram perguntar para as pessoas. Numa campanha chamada “In Search of Incredible” e encabeçada pelo artista Jason Mraz, as marcas vão rodar o mundo atrás de coisas incríveis e, para isso, estão pedindo para que as pessoas mandem histórias de lugares, sons, cheiros e tudo que for, simplesmente, incrível.


 

Funcionará como um concurso e cada país terá um vencedor e representante para uma fase mundial. Mas mais do que isso, muitas histórias serão contadas e a grande escolhida vai virar um filme produzido por cineastas renomados. Storytelling puro, ajudando a construir marca!

O que fica de lição nesse case é o quanto os consumidores tem algo a compartilhar e muitas vezes ajudar as marcas a reforçarem seus posicionamentos. Além disso, é importante ressaltar que essa campanha reflete algo que ambas as marcas acreditam. A ASUS tem como promessa de marca ““Inspiring Innovation, Persistent Perfection” e a Intel se autodenomina Sponsors of Tomorrow™. Fica mais uma lição: não adianta utilizar uma abordagem como essa se isso não condiz com o propósito de sua marca.

E você publicitário, marqueteiro ou gestor de marca, já pensou como seus consumidores podem te ajudar a reforçar seu posicionamento?

Mais detalhes no site: http://www.insearchofincredible.com/

COCA-COLA & THE GREAT HAPPYFICATION

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Campanhas, Insights, Storytelling, Transmedia | No dia19-09-2011

Por Marcelo Douek

Se existe uma marca que faz  bom uso das histórias como plataforma de branding, essa marca é a Coca-Cola. O que eu acho que eles tem de diferente das outras marcas (principalmente de uns tempos pra cá) é que o pessoal da Coca conseguiu perceber que quando uma história é poderosa, ela pode ter vários desdobramentos e perdurar por muito tempo. Lá atrás, em 2006, quando a Coca-Cola lançou seu filme Happiness Factory, ficou evidente que a marca buscava um novo formato para estabelecer conexões com seus consumidores. Acontece que aquela peça tinha um “potencial de storytelling” que ia muito além do primeiro filme de 30″. O tempo foi passando e ao invés de correr atrás da próxima história (como a maioria das marcas fazem), a Coca-Cola se ateve a mesma história e fez com que ela ganhasse  texturas, abordagens e principalmente, um plano ilimitado de ativações ao redor do globo (praticamente todas reforçando a história inicial).

Essa semana a marca lançou mais um capítulo (que pela pegada do filme, tá longe de ser o útlimo) dessa fantástia história que é a Happiness Factory. Abaixo, você confere um curta-metragem que trás um novo olhar (em conteúdo e forma) sobre a mesma história. A novidade (além do tom musical) é que as personagens agora dialogam entre si e ganharam camadas de personalidade, o que abre perspectiva para novas jornadas dentro do universo Happyness Factory. Note também que a garrafa (principal personagem do primeiro filme) virou um mero pano de fundo para as questões essenciais da marca, agora passadas pelas personagens. Em termos de contrução narrativa, considero esse modelo uma evolução e tanto! Tomara que essa seja só mais uma etapa do maravilhoso mundo da Happyness Factory e que mais histórias venham por aí. O Storybeats continuará de olho.

 

QUEM É O TEDDY BEAR DA SUA MARCA?

Postado por lukso | Em Branded Content, Branding, Storytelling | No dia15-09-2011

por Juliana “caju” Monteiro

Tão importante quanto a história de uma marca, são os seus personagens.

Um exemplo de corporação que utiliza um personagem impactante como centro de sua narrativa é a Build-a-Bear Workshop. Essa é uma empresa que, se olhada a distância, vende somente ursinhos. Porém, com sua plataforma de personalização de produtos (os ursinhos são praticamente custom made pelo cliente) onde cada confecção é única, cria uma experiência inesquecível para os consumidores ao permitirem que estes projetem e criem suas histórias com seus ursinhos de pelúcia customizados.

A marca tem como missão trazer o ursinho de pelúcia à vida, afinal, este é um personagem universal da vida de cada criança, que têm sua história contada todos os dias no imaginário de seus donos. Para enfatizar essa crença a marca tem um mascote, o Bearemy. Esse é um ursinho que é descrito com muito carinho no site institucional da empresa, cheio de detalhes pessoais (como o problema que Bearemy tem em dizer seu peso, por exemplo).

Essa é uma análise que demonstra como a criação de um personagem importante e impactante aproxima a empresa de seu consumidor final e, conseqüentemente, aumenta o lucro da mesma, já que a empresa Build-a-Bear Workshop, ao pensar primeiramente na narrativa de seu personagem principal (Bearemy), e na necessidade de trazê-lo a vida, conseguiu imaginar um novo modelo de negócio, para que seus consumidores conseguissem também “trazer seus ursinhos a vida” e criar suas próprias histórias.
Para finalizar este post fica a seguinte reflexão: qual o personagem da sua empresa e como ele te ajuda a contar a sua história? E ainda por cima, como essa história conversa com os seus consumidores finais?

ENQUANTO ISSO, DO OUTRO LADO DO MUNDO.

Postado por lukso | Em Branding, Storytelling | No dia14-09-2011

Por Vinicius Pineschi.

Muitos pensam que os tailandeses só são bons na culinária e nas artes marciais, porém o filme lançado pela Leo Burnet, para ilustrar a visão “Make the Difference” do banco tailandês TMB, mostra que eles também estão dando aula no aproveitamento da ferramenta Storytelling.
O banco cresceu, e agora precisava contar ao mundo quem ele era e em que acreditava. O único jeito seria contar sua história, literalmente ou analógicamente.
Para isso, agência não precisou ir longe para encontrar a analogia perfeita que exemplificasse toda a trajetória do TMB Bank.
Foi no sul do país, em uma ilha chamada de “Koh Panyee”, que a história real da origem do time de futebol Panyee F.C trouxe o brilho que faltava à campanha.
Uma história que nos deixa arrepiado, que nos faz lembrar dos nossos sonhos, que nos dá a força pra levantar e correr atrás deles, um exemplo perfeito de como se fazer a diferença.

O LINK ENTRE CULTURA E STORYTELLING

Postado por lukso | Em Insights | No dia13-09-2011

Por Marcelo Douek

Storytelling é uma ferramenta que ganha cada vez mais espaço no mundo da comunicação. Não é de hoje que as marcas vem usando de técnicas narrativas para criar histórias que busquem relações mais próximas entre produtos/serviços e seus consumidores. Vasculhando pela rede, podemos encontrar desde casos clássicos como BMW Films e Coca-Cola Happiness Factory até histórias  atuais e interativas como Calle Adidas Originals.

O ponto que gostaria de chamar a atenção aqui é sobre uma nova perspectiva acerca do poder dessa ferramenta: a criação de cultura corporativa através de Storytelling. Como definir o que é cultura corporativa? Como você explica um conceito tão abstrato (e variável de empresa para empresa) que se molda e remolda ao longo dos tempos?

Algumas empresas perceberam que podem fazer isso de uma maneira muito simples: contando histórias. Quando você conta uma história sobre determinada atitude que alguém teve dentro da empresa, ao mesmo tempo que você tangibiliza conceitos abstratos, ajuda sua equipe a se aproximar daquelas atitudes. Bons exemplos (e boas histórias) são capazes de moldar comportamentos e alinhar a maneira como as pessoas devem agir dentro dos princípios de cada cultura organizacional.

A entrevista abaixo com Michael Magolis, um dos experts em Storytelling nos EUA, mostra como a Zappos está preocupada em inserir Storytelling na sua agenda de cultura corporativa.