Com o surgimento de um perfil de consumidor digital, engajado e produtor de conteúdo, muitas marcas apostaram suas fichas em se modernizar, interagir digitalmente e chamar seus clientes para co-criarem todo tipo de coisa. Isso sim é importante, mas o que ainda faz diferença é oferecer uma mensagem clara e que ressalte uma proposta de valor interessante. E isso passa a ser ainda mais claro se pensarmos que dentro de um cenário de milhares de conteúdos diferentes, onde só os mais relevantes serão assimilados, e o mais importante a ser ressaltado: serão COMPARTILHADOS.
Não é à toa que o Facebook criou o botão compartilhar. Vivemos num momento onde todos podem produzir, divulgar e disseminar qualquer tipo de conteúdo. Quando um consumidor entra numa loja e têm uma boa experiência, poderá praticar o já conhecido boca a boca, porém de maneira muito mais significativa tendo em vista que poderá utilizar-se da internet e ter um alcance nunca antes imaginável. Se as experiências forem boas e os conceitos bem assimilados, as marcas se beneficiam muito desta nova lógica do mercado. Mas quando as coisas ficam confusas, um simples comentário pode ser o gerador de grandes problemas.
No mês passado, a Revista da ABA (Associação Brasileira dos Anunciantes) publicou um artigo chamado “8 coisas que você deveria saber sobre comunicação por conteúdo”. O texto é um primeiro ensaio de uma discussão crescente dentro da ABA a respeito dessa disciplina que nos últimos anos vem ganhando muita força casino online no Brasil.
Após escrever esse texto (autoria LUKSO), decidimos montar uma apresentação que além de ampliar a repercussão do assunto, investiga cases nacionais e internacionais que reforçam cada um dos pontos apresentados.
Clique aqui acessar a apresentação ou aqui para ler o artigo original e entender porque a sua marca deveria estar atenta à disciplina do Branded Content.
A dupla francesa JAMAICA teve seu álbum de estréia lançado em Agosto desse ano. Seu primeiro single (I think I like U 2) teve um vídeo clipe muito interessante. Basicamente, o vídeo conta a trajetória da dupla como se ela já existisse há algum tempo. O mais legal de tudo isso, é que no meio dos fatos eles aproveitaram para mostrar, entre outras coisas, a personalidade musical da dupla e até brincar com as associações vindas com o nome Jamaica. Contaram uma história antes mesmo que ela começasse e conseguiram fazer com o público assimilasse muito melhor o que eles se propõem a fazer musicalmente. Isso nos faz pensar que por mais nova que uma marca ou produto seja, sempre há uma história que se bem contada, pode trazer bons resultados. Vale a pena ver o vídeo.
Como a tecnologia pode mudar a maneira como nos relacionamos com as histórias? O vídeo abaixo mostra uma prévia de como os tablets podem evoluir e proporcionar uma interação com as histórias jamais vista.
Há algum tempo os reality shows têm se tornado uma constante na televisão mundial. De diferentes gêneros e formatos, esse tipo de programa traz pessoas anônimas que buscam um prêmio, algum tipo de transformação ou simplesmente a fama. Falando mais especificamente dos que buscam ser famosos, a maioria não alcança esse objetivo. Ainda que alguns consigam se manter na mídia e conquistar um espaço entre as celebridades, a maioria acaba voltando ao esquecimento. Mesmo os realities que se propõem a revelar talentos acabam falhando e deixando de cumprir com a promessa de transformar pessoas comuns em estrelas do cinema ou da música.
Outro dia estava navegando por uns sites e me deparei com um programa do Reino Unido chamado The X Factor. O formato é bem parecido com o American Idol (Ídolos no Brasil). Alguns candidatos brigam pelo prêmio de gravar um cd e virarem estrelas da música. Toda semana um candidato é eliminado sobrando apenas o vencedor. Mas o que mais me chamou atenção neste programa é a maneira como eles conduzem a história dos candidatos e como expandem isso para uma experiência completa para o espectador.
O quanto uma história pode simplificar as coisas? As operadoras estão encontrando no storytelling a maneira mais simples de comunicar serviços complexos. Mais um belo exemplo de comercial.
Já estamos acostumados a ver uma história em diferentes meios. Quando um filme é lançado, não demora muito para saírem histórias em quadrinhos, jogos e outros produtos sobre aquela mesma história. Por isso, quando falamos em transmedia, tanto o termo como sua aplicação soam familiares. No entanto, uma narrativa transmedia se difere, e muito, de uma história simplesmente contada em diferentes meios.
Segundo Jeff Gomez, uma narrativa transmedia oferece ao espectador diferentes fragmentos de uma história em diferentes meios. Assim, depois de assistirmos a um filme, podemos explorar diferentes aspectos dos personagens e daquele universo em outros meios. Imagine que você foi ao cinema e ao chegar a casa, entra no site do filme e descobre um jogo onde você pode tornar-se um daqueles personagens e interagir com aquele mesmo universo que acabou de assistir. Diferentemente de contar uma mesma história várias vezes, apenas trocando o meio como ela será disseminada, este tipo de narrativa propõe um envolvimento mais intenso com o espectador.
Este envolvimento é a chave para entendermos o quanto a narrativa transmedia é importante. As gerações atuais e principalmente as futuras, interagem com diversas plataformas e meios ao mesmo tempo quase que intuitivamente. Sendo assim, esses espectadores estão a todo o momento conectados e se utilizam dessas diversas ferramentas para buscar conhecimento e entretenimento. Isso faz com que a narrativa transmedia seja, atualmente, considerada uma das maneiras mais eficazes de se relacionar com esse público.
Falar dos benefícios e da importância de uma conexão de internet móvel é fácil. Difícil é fazer com que as pessoas se lembrem da importância e assimilem todos os conceitos que queremos passar. E se ao invés disso uma história for contada?
Quantas vezes você já se pegou andando na rua, de carro ou não, e imaginando a história por traz de uma cena ou de um desenho feito em algum muro? Mensagens estão por toda parte e a todo momento estamos buscando em nossa memória fatos e acontecimentos que nos permitem construir novas histórias sobre o que vemos, ouvimos e sentimos.
Quando se fala em arte urbana, um nome marcante sempre aparece: Banksy. Conhecido mundialmente por seu trabalho com stencil e grafite, a obra deste artista britânico é carregada de questões sociais e criticas aos conceitos de autoridade e poder.
A qualidade artística e técnica de Banksy é indiscutível e o tema deste post diz respeito a como suas obras transmitem uma mensagem e criam histórias.